Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

estender [a esperança na efemeridade das borboletas]

de Jorge Soares

 

 

… estendendo fios de desalento na seda da luz… entro no casulo de sonhos suspensos... na inaptidão da aparência... sairei crisálida da esperança no alegre voo da essência…  mesmo que exterminada por caçadores de polinizadoras borboletas…

 

 

 

 


10 comentários:
De Alexandra a 17 de Julho de 2009 às 19:24
Belo e triste o teu texto, querida Paola... e breve como a existência das tuas mariposas de esperança...

Um beijo e bom fim-de-semana!


De Paola a 17 de Julho de 2009 às 19:29
Minha doce amiga, é um momento... tal como a abeleza das borboletas... perdemo-nos na esperança... a esvoaçar... Talvez o casulo me [nos] salve...

Bom fim de semana.

Beijo. Terno.


De jabeiteslp a 17 de Julho de 2009 às 21:27

tá descansada
já quase não existem caçadores
andam todos ocupados
todos temos dissabores....

beijinho



De Paola a 17 de Julho de 2009 às 21:31
Eles andam aí... só espero que tenham muitos "dissabores"...  Tantos!

Beijinhos.


De umbreveolhar a 18 de Julho de 2009 às 19:53
Olá estimada Amiga Paola,
Belo e nostálgico o teu texto. Há na vida acontecimentos tão efémeros como a vida das borboletas!
O importante é o sonho, a esperança e a alegria de existir.
Cumprimentos e um bom fim de semana,
Carlos Alberto Borges


De Paola a 18 de Julho de 2009 às 21:21
É verdade, amigo. É tudo tão efémero... resta a esperança e a saudade...

Beijinhos


De Rosa Maria a 19 de Julho de 2009 às 14:32
...tem calma contigo ....que isso de extreminações não está com nada!


De Paola a 19 de Julho de 2009 às 14:37
eu tenho... só que cada vez há mais caçadores de borboletas...

Bom domingo.
Beijinho.


De Graça a 19 de Julho de 2009 às 21:40
Sabes? Acho muito difícil o regresso ao casulo... acredito mais que sairás crisálida na essência, porque essa, minha amiga, nunca se perde, nem com extermínios.


Voaremos outro dia :).


Um beijo sempre meu


De Paola a 19 de Julho de 2009 às 21:52
Pois... mas tenho esperança... mesmo enxotada... sairei na verdade de mim...

Voaremos...

Beijo abraçado.


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Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto. [Fernando Pessoa]
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