Sábado, 13 de Junho de 2015

Memória

Melita.JPG

Penso em ti. Sem me inquietar como o meu corpo. É ele que se afasta de mim. Ficaram as nódoas de uma dor dividida. Até ao momento em que o Sol não dure até ao final do dia. E os pássaros tenham esquecido a letra da canção. A mesma que nos entendia de cor e trauteávamos junto ao rio… Como se abril fosse um porto de abrigo. No concreto de um abraço. Na agitação do beijo. Agora, eu anoiteço na suavidade das minhas memórias. Entre as estrelas e o céu. As papoilas e o vento, há raízes que se agarram ao chão.

 

 

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Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto. [Fernando Pessoa]
Page copy protected against web site content infringement by Copyscape "Douce l'éternité qui coule des fontaines/ Au printemps quand le vent dissipe les brouillards/ Douce la porte ouverte à l'ombre du grand chêne/ Et douce son odeur dans la soie d'un foulard."

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