Domingo, 1 de Junho de 2008

descansar [ao intervalo - a música que ouvi]

Não gosto de intervalos. Sabem a suspensão. A interrupção. Cheiram a efemeridade. Nunca a pausa que seria longa. Na música é! Essa faz-se a circular. Vícios! Eu tenho um intervalo que desejo prolongar. O intervalo é distância entre pontos. Entre lugares. Entre pessoas. Ao intervalo não troco as meias, nem as caneleiras. Ao intervalo as pessoas vagueiam  pelas ruas sem trajectórias definidas. Também não tomo chá, raramente bebo café. Nem brinco, nem jogo à bola. Mas aproveito para rir. O intervalo é a hora que há-de vir e às vezes não me apetece. O que eu gosto mesmo ao intervalo é de não fazer nada!

Estou: admirada

Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto. [Fernando Pessoa]

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