Domingo, 6 de Julho de 2008

marés de saudade

o mar está cheio de saudades

 

Porque o mar é azul. Imenso. Luminoso. É guerra e paz. Partida e chegada. Eu tenho a cabeça cheia de mar. E muito azul. Viagens que fiz mais as que inventei. O mar tem barcos. E barquinhos de papel. De jornal com notícias de naufrágios. De lustro com muitas cores brilhantes. Aprendi na escola. Nunca enjoei. Não tem apartamentos rurísticos. O meu mar diz-se em marés de saudade. De memórias que se cumpriram num espectáculo sempre igual e sempre renovado: o Mar. De amar! De mar ao luar. Com Léo Ferré...


Escrito por Paola às 10:51
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Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto. [Fernando Pessoa]

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