Domingo, 3 de Maio de 2009

saudar [beijo na alma]

o meu olhar embaciado engole o meu choro de saudade

 

 

 

No mercado da vida, compram-se e vendem-se afectos por preços descompassados. Os meus não estão à venda... e o meu pregão é o grito com que nasci. O mesmo que jorrou na manhã em que te perdi...

 

Beijo na alma, mãe querida.

 

 

      

Maternidade (Di Cavalcanti)

 

 


Escrito por Paola às 00:40
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De jabeiteslp a 3 de Maio de 2009 às 21:25



beijinhos


De Paola a 3 de Maio de 2009 às 21:28
Beijinhos


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Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto. [Fernando Pessoa]

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