Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

estender [a esperança na efemeridade das borboletas]

de Jorge Soares

 

 

… estendendo fios de desalento na seda da luz… entro no casulo de sonhos suspensos... na inaptidão da aparência... sairei crisálida da esperança no alegre voo da essência…  mesmo que exterminada por caçadores de polinizadoras borboletas…

 

 

 

 


Escrito por Paola às 18:02
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Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto. [Fernando Pessoa]

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