Domingo, 14 de Setembro de 2008

esperançar

Admirarmo-nos é bom. Melhor, se sentimentos contentes. Alegres e bem-dispostos. Mesmo que estranhezas. Há sempre as boas e as más, já se sabe. E quando a compreensão acaba, porque objectiva, surge a dmiração! Todavia, a boca abre-se espantada perante factos que não nos escapam à razão. E não é admiração. Não!

 

Admirado com o que há para aí, o anterozóide desenha e diz. E ri.

 

© Antero Valério

 

 

E eu encontro motivos para continuar, ainda, mais admirada. Mas tenho esperança!

 

 

 


Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

motivar

de Paola (Vila Nona de Milfontes)

 

motivação extrínseca

 

No domingo, confessei a minha desmotivação. Aqui, em público. E só isso. Referia-me à intrínseca. Aquele tipo de vontade que nasce de dentro e nos inunda o corpo e a alma. Um estado interior que acicata, conduz e mantém a intenção de funcionar. Uma tendência natural comum a quem gosta, e sempre gostou, de fazer o que faz. Que foi escolha sua. Hoje, confirmo tudo o que disse. Detesto ter sempre razão. Ou quase...

 

Resta-me a outra. Que jeito me dá. A extrínseca. Consta que exterior. Entusiasmos inventados, alicerçados, sabe-se lá em quê. Mesmo assim, sempre é motivação. Melhor que nada. A indiferença não. Que corrói e dói. Até serve uma tentativa de evitar punições. Que seja! Encorajamentos não há. Ou até por causa do clima. Não o climatérico, que está bem assim. Controlar o stress que é coisa ruim A minha expectativa é que também contribua para reduzir os nefastos triglicéridos. É esta que vou querer para mim. Hei-de encontrar fundamentos. Não nas pessoas grandes que não querem dar o braço a torcer. Falam palavras que eu não entendo. Ou não quero reproduzir. E muito menos traduzir. Antes nos pequenos. Jogam jogos de jogar e não de estragar. Para eles irá toda a minha motivação.

 

Tenho para mim que, no ensino, ambas as motivações são importantes. Por isso, escolhi uma. Sem fantasias estatísticas. Sem desejos assanhados de ascender ao céu. É que, por causa da minha fobia, não gosto de alturas.

 

 

 


Domingo, 7 de Setembro de 2008

comunicar

 

 

Meus Senhores, Minhas Senhoras, Meninos e Meninas. Leitores.

 

Amigos e Amigas.

 

Família.

 

Hera.


É aqui, exactamente aqui, que comunico que estou  desmotivada. Doença súbita e não infecto-contagiosa. Microrganismo desconhecido no corpo humano. Se mais disserem de mim é mentira. Deturpações conjecturais. Propaganda política. E eu estou a falar de resultados. E tudo vai ser feito de acordo com os prazos que estão estipulados. Do modo que está definido. Talvez pior, não? Só é preciso cultura profissional. E é com tranquilidade que os professores fazem o seu trabalho. Não os desviem da sua missão principal.

 

Nada mais tenho a comunicar. Agradeço a vossa atenção.

 

Boa-tarde a todos.

 

 

  © Antero Valério

 

 Nota - Não há tempo para as habituais perguntas dos Senhores Jornalistas. É domingo!

 

 

Fotografia da Internet


Quinta-feira, 7 de Agosto de 2008

desatinar

 e quando a fuga não resulta?

 

Correr. Fugir. Apressar o passo. Fugir. E de nada querer saber. Fugir. Quem ficar que fique. Não me afecta. Ou então que corra também. Mas o trajecto é uma encruzilhada. Os quatros caminhos desapertam-se sob os meus pés. Obstinados. Um para cada lado e eu sem saber para onde ir. Porém, quero. E atordoado com o meu desejo desenfreado maldizem comigo. Segue em frente. Não sou capaz… Continua. Agora vira à esquerda. Não é por aí. Força. Tu és capaz. Vira agora à direita. Nem penses. Não quero, já disse. Então decide-te! Se eu pudesse. Contorna a rotunda. Para quê? A circular ando eu e não saio daqui. E eles também. Que nunca estão quietos. Nem tu! Mas eu quero abalar. Olha a rotunda. Contorna-a! Outra vez!? Uma recta, não há? Um caminho amplo e arejado. Aberto. Com luz. Sem curvas por causa dos acidentes... Quero andar, andar até alcançar o horizonte. Nunca ninguém agarrou o Sol, mas o horizonte senhores! Anda-se devagarinho para não tropeçar. E os sonhos estão mesmo ali. Só assim acredito que a estrada tenha fim. Eu quero errar por aí. Porque aqui já não me deixam. E os carros gritam estupidamente descontentamentos que a vida lhes dá. Na encruzilhada dos quatro caminhos. Cruzes canhoto! E eu não sou supersticiosa. Não fujas à regra. Elas existem também para ti. E há circulares. Vai em frente. Desce as escadas. Mais uma sugestão desatinada. Meu Deus! Eu tenho vertigens. Eu ajudo… Tu és um traidor. Não confio em ti. Desiludiste-me. Queres que eu caia? Olha que eu vou… Eu sou capaz. Eu desço, mas depois subo e volto para trás.

 

fotografia de Paola


Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

desligar

o paradoxo de quem manda

 ou isto ou aquilo

 

 

Admiráveis e difíceis, as escolhas. Ou isto ou aquilo. Talvez o outro. Não sei. Escolhas… E a conjunção separa e desliga. Quero lá saber se a coordenação implica método e ordem. E se a relação não é hierárquica. A subordinação impõe domínios. Instala obediências subalternas. Não importa se a relação é gramatical quando a disjunção se impõe. Pedidos e opções. Optar implica preterir. Obriga a escolher e às vezes não se quer. Ou não se pode. E as alternativas são escassas. Como escolher entre um gato preto e outro branco se não quero nenhum? O preto dá azar e o branco é sorte que não tenho. E os gatos felinos são. Prefiro um cão.Todavia, decidir nem sempre é fácil. Nã pode se há pessoas. Se existem humanidades. E as pessoas não são chinelos de enfiar no dedo. As decisões tomam-se de manhã. Depois do pequeno-almoço. Antes não, que a opção de acordar cedo nem sempre é bem aceite. O corpo que não teve tempo para dormir o que tinha direito. Escolhas da vida. Sem opção, a maioria delas.

 

Por vezes, faço contas e jogo na antecipação. E ponho-me à janela a adivinhar o que vem para aí. Nem sempre consigo. Não vejo nada por causa do nevoeiro. Mas tento. O que não me agrada mesmo é que escolham por mim. Que me atribuam vontades que não tenho. Não sei, sinto-o como um insulto.

 

O pedido é fácil. Pedir só aceita duas possibilidades que se dizem nos minúsculos advérbios de negação e afirmação. Não e sim. Talvez aqui não serve. Que instaura a possibilidade. A dúvida é terrível. Prefiro contornos bem definidos. Já basta a metódica, mas isso é assunto que  aduba o conhecimento. Pedir é solicitar alguma coisa a alguém. Ou dá ou não dá. E a conversa que fique por ali. Não há outra hipótese. Por vezes até nos pedem para pedir. Insistem muito. E por escrito é melhor. Registe-se a pretensão. Depois não abençoam a coisa. E tecem comentários jocosos. Talvez insultuosos. E é nesse instante que a minha capacidade de entendimento se consome e falece. A minha vontade também. E tudo é tão fácil. Basta dizer que não. Ou então, não terem pedido para pedir… Por que me pedem para pedir se não querem que o faça? Ou não querem dar. E decidir o que eu quero?Assim como assim, não tenho escolha possível. Quem manda pode sempre. Só não gosto que decidam por mim, já disse. Mas podem mandar. Eu obedeço.

 


Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

perceber

a consciência humana é gulosa 

 

 

A admiração começa onde acaba a compreensão. Charles Baudelaire, poeta francês, tem razão. Por isso, é que nos assombramos quando deixamos de perceber. Com os sentidos todos. Também com o corpo. E com a alma que não sei bem o que é, mas é aquela parte de nós que tem direito a ir para o céu. Os humanos têm, os outros bichos não. Até concordo. Em alguma coisa nos havíamos de diferenciar. Que seja na alma. Às vezes, a filosofia dá jeito.

  

Admiro-me sempre. Só porque tenho sensibilidades plurais. Tanto que não entendo que queiram reduzir os professores deste país a uma multidão silenciosa. A circunscrevê-los porque gente com opinião.

 

E não posso deixar de me admirar, no sentido de não ficar indiferente, quando leio que se preparam para oferecer um pequeno complemento salarial a alguns avaliadores, que é como quem diz a alguns controladores, isto é, aos capatazes. Esse complemento não excederá os 100 euros mensais mas será suficiente para comprar as consciências de milhares de aspirantes a controladores. Em época de profunda crise económica, social e cultural e face à aparente ausência de alternativa ideológica e económica ao modelo único globalista neoliberal, 100 euros é o suficiente para comprar as consciências e a vontade de milhares de professores que o são sem vocação. E serão esses, os professores sem vocação, que mais depressa venderão as suas consciências a trairão os colegas de profissão. E é então que esta manobra de grande perversidade atingirá o seu zénite: os piores professores, aqueles que vieram parar ao ensino sem vocação, serão gradualmente transformados em capatazes e, subitamente, uma realidade tão maligna que eu diria digna de uma conspiração à escala nacional, virá à luz do dia: os piores professores farão parte dos eleitos, serão os capatazes, muitos deles ficarão libertos da maçada das aulas e verão a sua traição recompensada com um complemento salarial. Este cenário parece-lhe irreal? Digno de um filme de terror? É apenas a realidade apanhada no seu processo de criação de forma idêntica à do fotógrafo que consegue uma foto no exacto momento em que as minúsculas cobras se libertam dos ovos. *

 

E eu, que não suporto cobras,  já sinto na pele, e o tacto é um sentido, a gula da ascensão… Não comprendo, mas também não admiro. Apenas me espanto.

 

E o inferno passará a ser um local arejado, com várias salas, a que se acede por um enorme portão. E as almas que por lá andam são obrigadas a trabalhar como fazedores de papéis. E ardem, ardem sem que ninguém perceba o seu sofrimento.

 

* Ramiro Marques

 

imagem da Internet


Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

admirar

às vezes sabe bem ser professora

 

 

Ainda a propósito de chorar gargalhadas, sucessos, êxitos, emoções e algumas contrariedades. Quando um ciclo de três anos acaba, a coisa é muito mais que lamúria. É perda, incerteza e cumplicidade. De ambos os lados. Eles sabem que é inevitável. Que crescer implica, também, mudar de escola. Ganhar e perder amigos. Mas choram e riem. Fazem promessas. É sempre assim.

 

- Obrigada, professora!

 

Não percebi o destinatário dos agradecimentos. Não conhecia quem falava. Não é comigo, pensei. E permaneci nos meus afazeres.

 

- Professora…

 

Olhei, porque o sou. Não que conhecesse a pessoa que olhava para mim. Esbocei um sim um tanto incrédulo. Igualmente idiota.

 

- Sim, é consigo que quero falar.

 

Levantei-me. Dirigi-me até ela. É a minha mãe, professora. Ouvi do outro lado do corredor. E o sim saiu, agora, interrogativo. A senhora falou. Sorriu. Agradeceu. Por si e por mais umas tantas mães que agradeciam também. E por eles, pelos alunos. A minha voz encolheu-se face ao elogio. Não fiz nada de especial. Apenas o meu trabalho. Repete que sim. Que fui rigorosa e que isso foi bom. Eu sorri ironias e cansaços. Agradeceu o apoio dado à filha. Pois, só que isso é a minha profissão. Que ela tinha compreendido. Ainda bem. Fico muito contente. E que se esforçou para não me defraudar com a nota do exame. E os outros do mesmo modo. Aceitaram o meu desfio. Conseguiram. Ainda bem! Particularmente por eles.

 

- Ela e eles, apontou, fizeram hoje uma entrevista… Candidataram-se a um estabelecimento de ensino... E lembraram-se de si, das exposições orais… Obrigada, por tê-los ajudado.

 

E jorraram palavras provocadas pela circunstância. Claro que vão conseguir. É a minha profissão. E eu gosto mesmo é dos alunos. E mais umas tantas frases estouvadas. Garanto que suspirei de alívio quando deu o assunto por encerrado. E foram embora a olhar para o futuro.

 

É verdade que eu fiz o que devia e eles também. Mas gostei. Assim, a minha barriga nutriu-se com mais uns afagos. Outra vez.

 

Sempre me esforcei por dar sentido às aprendizagens. Por lhes retirar alguma da excessiva carga teórica que têm. Ainda bem! É que os moços foram à entrevista. E nas suas cabecitas entraram memórias. Tem lógica. Faz sentido que os alunos percebam. E os pais também. Que o sucesso deles é, e sempre foi, o meu.

 

Para que conste. Numa tarde cheia de sol e calor, vi brilho no olhar deles. Recebi uma medalha de regozijo com sabor a entrada no 10.º ano. Não é de ouro, nem de prata. Nem sequer de bronze. Não é de metal sequer. Não tem cotação no mercado bolsista.

 

Apenas fica cativa no meu coração. Não revelo outros detalhes… não a vá alguém encontrar.


Terça-feira, 29 de Abril de 2008

da educação - a teoria do post

Porque me apetece. Vou postar à educação. Postar é uma palavra que tem piada. Sou avessa a anglicismos e tantos que eles são. Todavia a este neologismo, a este empréstimo informático, confesso que acho imensa piada. Não piada que me faça chorar rir, como me acontece quando o meu rir vem de dentro, mas graça. Só graça. Postava a própria, a Graça, que postar relaciona-se com a posição, vertical - creio - relativa a um poste. Encostada ao dito. Porém, também ocupar um posto - e o meu é mesmo de professora; também pôr-se de vigia - e eu estou atenta ao meu trabalho; também ter um posto - e eu sou responsável pelo meu; também permanecer num lugar muito tempo - e eu já cá ando há uns anitos. Para mim, postar cheira-me a peixe-espada grelhado no carvão num fim de tarde à beira-mar. São postas que se cortam a um ser alongado, brilhante e prateado. Ou preto. Mais gordo, mais suculento. Postar é, portanto, cortar o peixe às postas, muitas postas. Ou Posts... Cada pedaço, cada naco uma posta. Assim sendo, postar é colocar um post. Post-it? Aqueles irritantes papelitos amarelos, agora de todas as cores? Antes, um post scriptum numa carta que enviámos para a terra? Há quem tenha, eu não. Post mortem? Ainda é cedo. Post meridiem? Já é tarde! Há muito que foi meio-dia.
Fico-me pelas postas. Postar é escrever às postas. Cada post é uma. Por vezes são frescas, outras excessivas, talvez congeladas, porventura escassas, quem sabe se desnecessárias... Depende de quem come. Eu cá vou continuar a postar... com gostinho a peixe-espada assado no carvão. Com educação!


____________________________________________________________ Educação e vida

_____________________________________________________________ Um hino à (des)educação

______________________________________________________________ Cópia dos pais

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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

d'Abril - por nós

 

Antero Valério(de Antero  Valério)


Hoje é Abril. A efeméride faz-se a 25 com circunstância e pouca pompa... Abril é já mês de nevoeiro com saudades da Primavera que inaugurou. Abril é aquilo que um Homem quiser e seria fantástico que todos quisessem. Querer deixou de ser poder! Poder é cada vez mais querer... e há quem possa.

Agora apetece-me cantar Abril. Escancarar as portas e janelas que Abril abriu, até as minhas que em Abril nasci.

 

Hoje é Abril, todavia na minha cabeça é Janeiro... está um frio de rachar... parece que o mundo inteiro se uniu para me tramar... Obrigada, Rui Veloso! É isso, sinto-me tramada!

 

Hoje é Abril?

 

 

O novo diploma de gestão escolar, decreto lei n.º 75/2008, já foi publicado no DR. Tem muitos aspectos altamente preocupantes. Com a aplicação do novo modelo de gestão escolar, previsto para Maio de 2009, com os procedimentos a terem início em Setembro de 2008, fecha-se o círculo: fica pronto o edifício legislativo da recentralização curricular e pedagógica, da extinção da liberdade pedagógica dos professores e da governamentalização e politização das escolas.

 

Quando os directores tomarem posse, ninguém os pode acusar de estarem a trair os professores. Os novos directores não representam os professores e não respondem perante eles. Os novos directores são funcionários, ex-professores, que respondem perante duas tutelas: o ME e as câmaras municipais.


A partir daí, acabou a democracia nas escolas. Os quatro aspectos mais gravosos do decreto-lei são:

- O director designa os coordenadores de escola ou estabelecimento de educação pré-escolar;
- designa os coordenadores dos departamentos curriculares e os directores de turma;
- selecciona e recruta o pessoal docente, nos termos dos regimes legais aplicáveis;
- designa os membros do conselho pedagógico.


 
 
 

Isto representa o fim das eleições nas escolas. A morte da democracia escolar.O calendário estipulado no diploma prevê que, até final de Maio de 2009, estejam concluídas todas as etapas do processo, incluindo a alteração dos regulamentos internos dos estabelecimentos e a eleição do primeiro director.


O decreto-lei, que entra hoje em vigor, dá às escolas 30 dias úteis para que desencadeiem a eleição do conselho geral. Porém, no entendimento alcançado recentemente com os sindicatos, o ministério admitiu que esse prazo pode ser estendido até 30 de Setembro.

 

Ramiro Marques

 

 


Hoje foi Abril... Os cravos estão a transformar-se em cortiça. Vou ouvir  a liberdade feita em palavras... um presente de amiga. Obrigada. Rejubilemos amanhã.

 


 

Estou: Admirada!

Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto. [Fernando Pessoa]

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Gostaria de saber se vcs mandar mudas de margarida...
A "fonte" é dada a narrativas extraordinárias...
Pois é...
Sabes uma coisa "pequenina"? Continuas a escrever ...
Por vezes, é assim...
Escrita poética Gostei.
Pois, sabe bem ler as tuas palavras... saudade.
Que lindo!! Como sempre, uma escrita deliciosa...U...
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